Eu nunca fui um grande leitor de livros, realmente não me lembro de ter lido nenhum livro que não seja didático, técnico, de receitas ou de RPG nestes últimos 2 anos. Mas em compensação, eu sempre fui um devorador de revistas, guardo pilhas e pilhas de revistas antiquíssimas, algumas com valor sentimental extremamente elevado, outras por sua relevância histórica, ou pelo simples prazer de abri-las e ver como era a vida em 1989 (ou qualquer outro ano a partir daquele).Mas a minha verdadeira paixão são as histórias em quadrinhos, embora em cada fase da vida elas tenham vindo num formato diferente. Primeiro, foram Disney e Turma da Mônica, depois, Marvel e DC, já neste milênio vieram os mangás, e agora, tirinhas!!
E dentre estas tiras, a que me mantém sem vida social no momento é a fantástica "Piratas do Tietê", do Laerte. Certas vezes, me faz lembrar de "Hagar, o Horrível", outra das minhas favoritas, pelo fato de ambas serem críticas do modo de vida atual, utilizando-se de elementos metafóricos, como piratas e vikings. Mas as semelhanças param por aí, enquanto que Hagar era um saqueador bobão de bom coração, o Capitão é simplesmente malvado, cruel e tudo o de ruim que se pode imaginar nesse mundo!!
Enfim, recomendo a todos que leiam os Piratas. Senão tiver no jornal, acessem o site oficial, ou melhor ainda: procurem pelos livros de bolso da série, eles foram lançados no começo desse ano pela editora L&PM, de Porto Alegre, e podem ser achados em qualquer livraria decente e até mesmo no Wal-Mart/Bompreço/Big/Nacional, seja lá o nome que ele tiver aí por vossas plagas.

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